Margem que não existe
Compra-se a 62 000 e vende-se a 70 000, com 8 000 de "lucro". Mas o transporte, a armazenagem e a alfândega comeram-no antes de chegar à prateleira.
Cada artigo com o seu custo real, os seus quatro preços, o seu imposto e o seu stock. E promoções com regras, datas e limites, que o balcão e as facturas aplicam sozinhos, ao cêntimo.
O preço de venda parece bom até se somar o transporte e a alfândega. A promoção fica "no quadro" e cada operador aplica-a como se lembra. E o mesmo artigo existe três vezes, com três nomes.
Compra-se a 62 000 e vende-se a 70 000, com 8 000 de "lucro". Mas o transporte, a armazenagem e a alfândega comeram-no antes de chegar à prateleira.
"Leve 3, pague 2" escrito num papel. Um operador aplica, outro esquece, um terceiro aplica duas vezes. No fim do mês ninguém sabe quanto custou.
"Camisa azul M", "Camisa M azul" e "Camisa az. M". O stock está dividido por três e nenhum bate certo.
No Mucanda, o custo calcula-se com todas as parcelas, cada artigo existe uma vez com as suas variações, e as promoções são regras que o sistema aplica sozinho.
Um formulário em cartões numerados, com ajuda ao lado de cada campo. Muda entre a versão simplificada e a avançada para ver o que cada uma pede.
Os campos obrigatórios estão a negrito. O código de barras pode ser gerado pelo Mucanda quando o artigo não traz um.
Experimenta: mexe nas parcelas do custo e nas margens, e vê os quatro preços de venda mudarem. É o cálculo que o Mucanda faz na ficha do artigo.

Quatro tabelas, por exemplo PVP1 ao público, PVP2 para revenda e PVP3 para o cliente especial. Cada uma com a sua margem.
Ao escolher o cliente na venda, entra o preço da tabela dele, sem ninguém se lembrar.
Cada mudança de custo fica datada na ficha, para ver quando a margem apertou.
O preço fica limpo e o imposto calcula-se no documento, com a taxa certa de cada artigo.
Escreve os tamanhos e as cores e o Mucanda cria todas as combinações, cada uma com o seu código, preço e stock. No balcão, aparece um só cartão.
Cada variação é um artigo normal, com código, preço, imposto e stock próprios. Até 100 de uma vez, tudo ou nada.
Um artigo feito de outros, como um kit de videovigilância. Vender o conjunto baixa o stock de cada componente.
Caixa de 5, bobina de 305 m, com factor de conversão e preço próprio. O stock baixa sempre na unidade base.
Nove tipos, cada um com o seu âmbito, condições e limites. Escolhe um e repara como a mesma venda muda. É exactamente o que o balcão e as facturas fazem sozinhos.
| Artigo | Qtd. | Preço | Promoção | Total |
|---|---|---|---|---|
| Total da venda | ||||
Uma promoção nasce em rascunho, é aprovada, fica agendada ou activa conforme as datas, e termina sozinha à hora certa. Experimenta o ciclo:
O relatório de promoções mostra, para o período que escolheres, as vendas por promoção, as unidades movidas, o desconto dado e o seu peso, e em que caixas e operadores cada uma foi mais usada.
Com isto decides com números: repetir a "Leve 3, pague 2", encurtar a de fim-de-semana, ou acabar com a que só deu desconto.
Arrasta a barra para comparar.

A lista de artigos e a ficha de cada um funcionam no telemóvel, com pesquisa por nome ou código de barras.


Não. A versão simplificada pede só a identificação, o imposto, o custo, o preço e o stock. O resto fica para quando precisares.
Sim. Há quatro tabelas de preço por artigo, cada uma com a sua margem. Cada cliente tem a sua tabela preferida e o preço entra sozinho na venda.
Cada linha leva uma promoção de linha: a de maior prioridade ou a de maior desconto. Só alguns tipos, como o desconto sobre o total da compra, se acumulam com as de linha.
Pausa-se e reabre-se como rascunho, ou duplica-se. As vendas já feitas com ela não são afectadas e o histórico guarda quem mudou o quê.
Não. Sem rede, o balcão aplica só as promoções sem limites, porque só o servidor sabe quantos usos restam. As outras voltam a aplicar-se quando a ligação regressa.
Fala connosco para vermos o cadastro e as promoções com os teus artigos e as tuas campanhas, sem compromisso.