O caixa que "bate" porque alguém ajustou
Faltavam 57 mil. O operador viu o valor esperado, acertou o número e o turno fechou certo. A diferença ficou por explicar.
Cada venda, recibo, pagamento, despesa e transferência fica num único extracto que só cresce. O caixa abre com fundo de maneio e fecha às cegas. As contas a receber e a pagar têm vencimento e escalões de atraso. E o fluxo de caixa mostra o que entrou, o que saiu e o que vem aí.
Na gaveta, no banco e no telemóvel do sócio. No fim do mês ninguém sabe ao certo quanto entrou, quanto saiu, quem deve e a quem se deve.
Faltavam 57 mil. O operador viu o valor esperado, acertou o número e o turno fechou certo. A diferença ficou por explicar.
Há 64 dias. O cliente comprou mais entretanto. Só se deu conta quando o dinheiro faltou para pagar o fornecedor.
Renda, energia, internet. São sempre as mesmas, no mesmo dia, e todos os meses apanham a tesouraria desprevenida.
No Mucanda, cada movimento de dinheiro entra num extracto que não se edita; o caixa fecha sem o operador ver o valor esperado; cada factura e cada despesa tem vencimento; e as despesas certas lançam-se sozinhas no dia certo.
Vendas, recibos, pagamentos a fornecedores, despesas e transferências, na mesma linha do tempo, por conta. O histórico só cresce: um erro corrige-se com um estorno, nunca com edição. Experimenta.
Cada linha diz de onde veio: a factura, o recibo, a despesa ou a transferência que a criou.
Cada operador abre o seu caixa, regista o turno e fecha-o contando o dinheiro sem ver o valor esperado. A diferença só aparece depois. Faz um turno completo aqui.


Cada estabelecimento pode ter vários caixas, cada um com o seu turno e o seu operador.
A meio do dia, sem fechar o turno. Fica registado quem esteve ao caixa e quando.
Uma sangria pode ir directamente para uma conta bancária: os dois lados ficam registados.
Operador, horas de abertura e fecho e diferença de caixa, para cada turno fechado.
Cada estabelecimento tem a sua conta de caixa, criada sozinha. Juntas as contas bancárias com saldo inicial, e o saldo passa a ser calculado a partir dos movimentos. Numerário vai para o caixa; os outros métodos vão para o banco predefinido.
Uma só operação, dois lados: sai de uma conta e entra na outra. Se a conta de origem ficar negativa, o Mucanda avisa mas não bloqueia.
Facturas a crédito por cliente, com vencimento e escalão de atraso. Um recibo pode liquidar uma ou várias facturas, no todo ou em parte.

Pagas no momento ou depois, por inteiro ou em partes, da conta que escolheres e na data em que o dinheiro saiu de facto. Uma despesa por pagar anula-se; uma despesa paga corrige-se estornando primeiro o pagamento.
Toca em «Pagar» para pagar por inteiro ou em parte, com juros ou desconto. Experimenta anular uma despesa já paga.
Cada despesa diz a que categoria pertence, onde foi gasta e que documento a justifica. Pode ser paga no momento, da conta que escolheres, ou ficar por pagar com vencimento. O resumo do mês mostra o lançado, o pago e o por pagar.
Uma despesa paga sai da conta na data do pagamento, não na data do lançamento.

Configuras uma vez: categoria, valor, dia do mês e prazo de pagamento. O Mucanda lança a despesa no dia certo, com vencimento. Pausas e retomas quando quiseres.
Para o período e as contas que escolheres: saldo inicial, entradas, saídas e saldo final, agrupados em operacional, investimento e financiamento. O previsto junta as facturas e as despesas com vencimento no período.
Receita e despesa vêm com as categorias do dia-a-dia de uma empresa angolana, e acrescentas as tuas. Os centros de custo (uma loja, um projecto, um departamento) dizem onde cada despesa foi gasta, para o fluxo e para o contabilista.





Com o fecho cego ligado, não. Conta o dinheiro, escreve o valor, e só depois o Mucanda mostra a diferença. Cada estabelecimento decide se aplica esta regra.
Sim, com um estorno: fica a linha errada e a linha que a anula, com motivo e quem decidiu. Nada se edita nem se apaga, para o extracto continuar a ser de confiança.
Não. O método de pagamento decide: numerário vai para o caixa do estabelecimento, Multicaixa e transferências vão para o banco predefinido. Depois, uma sangria ou uma transferência entre contas move o dinheiro.
Sim, no todo ou em parte. Indicas o valor recebido e as facturas; o que sobrar em cada uma fica em aberto com o mesmo vencimento.
Não. É o dinheiro que entrou e saiu, pelo Mucanda, agrupado por actividade e rubrica, com o previsto a partir dos vencimentos. O contabilista recebe os movimentos e os documentos organizados; o balanço continua a ser dele.
Fala connosco para vermos a tesouraria com os teus caixas, as tuas contas e as tuas despesas de todos os meses, sem compromisso.