Perfis à medida
Crias perfis com as permissões que quiseres, desde só consultar até administrar tudo, e atribuis a cada utilizador as lojas onde trabalha.
Cada pessoa vê e faz só o que lhe cabe, os dados de cada empresa ficam separados dos de qualquer outra, e a nossa equipa só entra se tu deixares.
Crias perfis com as permissões que quiseres, desde só consultar até administrar tudo, e atribuis a cada utilizador as lojas onde trabalha.
O isolamento entre empresas faz-se na própria base de dados, e não apenas no ecrã. Um erro de código não o contorna.
Um técnico nosso só vê os teus dados com um pedido ligado a um chamado teu, autorizado por duas pessoas, só de leitura e com tempo limitado.
Um perfil é um conjunto de permissões agrupadas por área: documentos, clientes, artigos, stock, caixa, tesouraria, relatórios, recursos humanos e muitas mais. São mais de duzentas permissões, e cada acção sensível tem a sua.
O perfil de administrador tem sempre todas as permissões e não se pode alterar por engano.
As permissões são verificadas no servidor, em todas as operações, e não apenas escondidas no ecrã.
Os dados mais sensíveis têm permissões próprias e separadas: quem vê salários não é quem vê processos disciplinares, saúde ou denúncias.
Cada acção sensível (anular, fechar o caixa com diferença, aprovar uma folha, ver a identidade de quem denuncia) pede a sua permissão.
Convidas um utilizador pelo e-mail: é ele que define a sua palavra-passe, e nunca ninguém a vê. Na ficha escolhes os perfis e os estabelecimentos onde trabalha, e podes desactivá-lo quando sai.
A cada pessoa: só trabalha e só vê os dados dessas lojas.
Para entrar no ponto de venda sem palavra-passe; o administrador pode repô-lo ou levantar um bloqueio, mas nunca o vê.
Um utilizador corta o acesso e mantém o histórico do que fez. Ninguém se desactiva a si próprio.
A quem ainda não definiu a palavra-passe.
No ponto de venda, cada operador entra com o seu PIN, e as operações sensíveis, como uma devolução ou um desconto acima do limite, pedem a autorização de um supervisor. Abrir a gaveta sem venda exige um motivo, que fica registado.
A entrada no sistema segue regras conhecidas de segurança, testadas de forma automática.
10 ou mais caracteres, com minúscula, maiúscula e algarismo.
Cinco falhas seguidas bloqueiam a conta durante 15 minutos, e há limite de tentativas por endereço.
Se alguém reutilizar uma sessão já substituída, todas as sessões desse utilizador são terminadas.
Quem a tinha roubado deixa de entrar. E mudar o e-mail de acesso exige a palavra-passe actual.
Cada utilizador tem o seu limite de pedidos dentro do da empresa, e no balcão um operador só pode falhar duas autorizações de supervisor em 15 minutos, sem bloquear o PIN do supervisor.
Abrir a ficha de um trabalhador (documentos, grupo sanguíneo, INSS) fica no registo de acessos.
(por exemplo, por falta de pagamento): o acesso é recusado, com o motivo.
A recuperação de palavra-passe usa uma ligação de uso único e com validade.
Todas as tabelas com dados de uma empresa têm uma regra na própria base de dados que só deixa ver e escrever as linhas dessa empresa, e a ligação que a aplicação usa não tem poder para contornar essa regra. É uma segunda barreira, por trás da que existe no código.
Uma empresa tenta aceder aos dados de outra e tem de falhar, em todos os módulos.
Se alguém criar uma tabela nova sem a regra de isolamento, os testes falham.
(impostos, tipos de documento, métodos de pagamento) só a plataforma os pode alterar, e nunca se apagam.
A chave de assinatura fiscal da empresa fica guardada cifrada.
Os pedidos de ajuda fazem-se por chamados dentro da própria aplicação. Se o técnico precisar de ver os teus dados para diagnosticar um problema, o acesso é uma excepção cercada de regras.
Com motivo, e com duração de 15 a 60 minutos que nunca se prolonga.
Quem pede nunca autoriza; autoriza um administrador da plataforma.
Documentos, clientes, artigos, stock, finanças, caixa e relatórios. Ficam sempre de fora os recursos humanos, as chaves de API, os utilizadores, a chave de assinatura e a autenticação.
Quem foi (sem o e-mail), porquê, quando, durante quanto tempo e o que foi lido, incluindo os pedidos recusados.
E recebes um aviso por e-mail quando começa.
A cadeia dos documentos fiscais, o extracto das contas, o histórico de stock, as consultas a dados de recursos humanos e os acessos de suporte são registos só de acrescentar: não se editam nem se apagam, e uma correcção faz-se com um novo registo.
No ecrã da subscrição vês o plano, o estado, e o uso do mês: utilizadores, estabelecimentos e documentos emitidos. Quando a subscrição estiver para vencer, a plataforma envia-te uma referência para pagar por Multicaixa, e ela aparece também ali.
O que ainda não está feito, o que foi testado de que maneira, e o que depende de ti. Preferimos dizê-lo aqui a prometer a mais.
O isolamento entre empresas e os controlos de acesso estão testados de forma automática, e fizemos auditorias de segurança internas, com as correcções documentadas. Isto não substitui uma auditoria externa e independente, que ainda não fizemos.
As chaves de assinatura fiscal ficam cifradas na base de dados. O cofre de chaves dedicado (OpenBao) já está implementado e ensaiado, mas ainda não foi posto em produção.
A autenticação de dois factores existe só para os operadores da plataforma. Para os utilizadores das empresas ainda não está disponível.
O pagamento da subscrição por referência Multicaixa está preparado, mas a ligação de produção ainda não está activa.
O Mucanda está em processo de certificação.
Mostramos o sistema com os teus próprios casos e preparamos uma proposta clara, sem compromisso.