O stock que só existe na cabeça do gerente
Uma folha por loja e ninguém sabe o que há onde. Uma transferência é um telefonema e um papel que se perde pelo caminho.
Armazéns, caixas, postos de venda, numeração dos documentos e utilizadores por estabelecimento. As transferências entre lojas só contam quando o destino as confirma, e a visão global da empresa está sempre a um clique.
Enquanto a empresa tem um balcão, tudo cabe na cabeça de uma pessoa. Com três, deixa de caber.
Uma folha por loja e ninguém sabe o que há onde. Uma transferência é um telefonema e um papel que se perde pelo caminho.
Três gavetas numa só conta. Na hora de fechar, ninguém sabe de quem é a diferença nem de que loja veio.
O gerente de uma loja não precisa de ver as vendas da outra. E o dono precisa de ver as duas, juntas, sem pedir a ninguém.
No Mucanda, cada estabelecimento tem o seu stock, o seu caixa, a sua numeração e a sua equipa; uma transferência entre lojas só conta quando o destino a confirma; e a empresa toda está sempre a um clique.
Toda a empresa tem pelo menos um estabelecimento, criado no registo. Acrescentas os outros em Definições, cada um com o seu nome, código, morada e município. O município também serve de local de trabalho nos mapas dos recursos humanos.
Um armazém principal criado sozinho com a loja, e quantos outros precisares.
Uma conta de caixa por estabelecimento, e turnos abertos pelos operadores da loja.
Os dispositivos do balcão, ligados a um terminal (caixa) da loja.
A série e a sequência dos documentos de cada loja, por tipo de documento.
Cada utilizador só trabalha nas lojas que o administrador lhe atribui.

Em cada estabelecimento defines se o operador conta sem ver o valor esperado, quanto de diferença se aceita sem justificação e a partir de que valor na gaveta o sistema sugere uma sangria. Mexe nos valores e vê o que acontece.
A tolerância e o alerta nunca bloqueiam uma venda: um pede justificação no fecho, o outro só avisa que é altura de fazer uma sangria. O fecho cego só se aplica ao numerário, o único método que se conta com as mãos.

Cada venda baixa o armazém da loja onde foi feita. Entre armazéns da mesma loja, a transferência é imediata; entre lojas diferentes, fica pendente: as unidades saem da origem e só entram no destino quando este confirma a recepção. Experimenta.

Um posto de venda é o dispositivo do balcão (um computador, um tablet) e liga-se a um terminal (caixa) da loja. Cada posto tem a sua configuração de talão e de gaveta, que se pode copiar para outros postos, e desactiva-se quando deixa de ser usado.


O número é «tipo, série, ano e sequência». Cada loja tem a sua cadeia por tipo de documento, e a emissão do mesmo tipo na mesma loja faz-se uma de cada vez: nunca há dois números iguais nem um buraco. Duas lojas emitem em paralelo, sem se esperarem. Emite alguns.
Com a facturação electrónica activa, os documentos que se comunicam à AGT (FT, FR e NC) saem pela série que a AGT atribuiu a esse estabelecimento, tipo e ano. Sem série comunicada, o Mucanda não emite.

Na ficha de cada utilizador atribuis os estabelecimentos onde trabalha. Atribuído a uma só, trabalha nela sem a escolher; atribuído a várias, escolhe em cada operação; sem nenhuma, não emite nem abre caixa. Escolhe um utilizador e tenta emitir.

O numerário de cada venda entra no caixa da loja onde foi feita; os outros métodos de pagamento entram no banco predefinido da empresa. Uma sangria leva o dinheiro do caixa para o banco, com os dois lados registados.

Nos relatórios, nas listas de documentos e no stock escolhes «Todos os estabelecimentos» ou uma loja, e os totais refazem-se. No SAF-T tens as duas opções do Portal do Contribuinte: global, num só ficheiro, ou um estabelecimento. A opção global só aparece a quem tem permissão para ver as lojas.

Sim. Cada venda baixa o armazém da loja onde foi feita, e a mercadoria só passa de uma loja para outra com uma transferência. Cada loja tem um armazém principal criado sozinho, e podes juntar outros.
Entre armazéns da mesma loja, sim. Entre lojas diferentes fica pendente: as unidades saem do armazém de origem e só entram no destino quando este confirma. Se o destino rejeitar, as unidades voltam à origem. Não existe recepção parcial: confirma-se a transferência inteira ou rejeita-se.
Sim. A numeração e a cadeia de assinaturas são por estabelecimento e por tipo de documento. Quando a empresa tem mais do que uma loja e não configuraste uma série, o código da loja serve de série, para os números das lojas nunca colidirem.
Pode. Atribuis-lhe as duas na ficha, e em cada operação escolhe em qual está a trabalhar. Uma loja a que não esteja atribuído está-lhe vedada, mesmo que alguém tente indicá-la.
Sim, a quem tem permissão para ver as lojas: nos relatórios, nos documentos e no stock escolhes «Todos os estabelecimentos». No SAF-T escolhes global ou um estabelecimento, as duas opções do Portal do Contribuinte.
Fala connosco para vermos os teus estabelecimentos, os teus armazéns e a tua equipa, sem compromisso.