O balcão pára e a fila cresce
Sem rede, o sistema não responde e o cliente espera. Muitos vão-se embora sem comprar.
Continuas a vender no balcão e a emitir documentos. As vendas ficam guardadas no dispositivo, com um comprovativo provisório, e seguem sozinhas quando a ligação volta: pela ordem em que foram feitas, sem duplicar e sem perder nenhuma. Qualquer falha fica à vista, nunca escondida.
Num dia de loja cheia, uma ligação que oscila é o suficiente. O que se faz a seguir decide se perdes vendas, ou o rasto delas.
Sem rede, o sistema não responde e o cliente espera. Muitos vão-se embora sem comprar.
Um papel, uma nota no telemóvel. Depois ninguém sabe se foi lançada, nem quando.
O operador carrega duas vezes porque nada aconteceu. Quando a rede volta, há dois documentos para uma só venda.
No Mucanda, a venda faz-se na mesma, fica guardada no dispositivo com uma chave própria, e segue sozinha pela ordem certa quando a ligação volta, sem nunca criar duas vezes o mesmo documento.
A loja continua a vender, e o Mucanda trata do resto quando a ligação volta. O operador não tem de enviar nem de conferir nada à mão: só de olhar para o indicador, se quiser saber como está.
Quando a rede cai, o balcão avisa e o indicador passa a «Sem rede». A venda faz-se como sempre: escolhes os artigos, cobras e concluis. O talão sai como comprovativo provisório, sem número definitivo. Experimenta, com e sem ligação.

Para vender sem rede, o dispositivo guarda uma cópia dos artigos, dos clientes e das promoções em vigor. Actualiza-se sozinho enquanto há ligação, e é apagada quando o operador termina a sessão.
Descarregados por fases, para o balcão poder vender logo que a primeira página chegue.
O balcão conta o que as vendas por enviar já consumiram. Sem rede pode estar desactualizado: avisa, mas deixa vender, e o servidor confirma ao enviar.
Aplicam-se as que não têm limites de uso nem de stock. As outras ficam à espera do servidor, que é quem sabe o que ainda resta.
A lista local serve para escolher o cliente da venda. Os dados ficam apenas neste dispositivo.
Depois de aberta uma vez com ligação, a aplicação guarda-se no dispositivo e abre mesmo com o servidor desligado.
Estar no Wi-Fi não é ter internet. De 30 em 30 segundos, o Mucanda pergunta à própria API se responde, antes de dizer «online» e de enviar. Um Wi-Fi sem internet, um portal cativo ou um servidor em baixo não o enganam.
A mesma fila serve o ecrã de novos documentos do escritório, para factura, factura/recibo, pró-forma e orçamento autónomos.
Quando a rede volta, a fila envia as vendas uma a uma, por ordem. É nessa altura que recebem o número e a assinatura fiscais, e que a data do documento passa a ser a do envio (o instante real da venda fica guardado, para auditoria). Usa a fila da demonstração acima.
Se o pedido original chegou ao servidor mas a resposta se perdeu, e a venda é enviada outra vez, o servidor reconhece a chave e devolve o documento que já emitiu. Nunca cria um segundo. Duas janelas abertas também não enviam a mesma venda duas vezes: só uma sincroniza de cada vez.
Algumas operações dependem de dados que só o servidor tem, como a numeração ou um documento já emitido. Para não correr riscos fiscais, essas ficam desactivadas enquanto não há rede. Escolhe uma operação.
As vendas por enviar ficam guardadas no dispositivo, separadas por empresa e por operador, e não desaparecem por a sessão expirar. Só se apagam se o operador terminar a sessão de propósito, depois de um aviso.
Enquanto houver vendas por enviar, o fecho do caixa fica bloqueado e diz porquê. Experimenta na secção da venda.
Se o servidor recusar uma venda, ela fica assinalada como falhada, à espera de uma decisão tua: tentar de novo ou descartar. Falhas de rede, essas, retomam-se sozinhas.
Uma pró-forma ou orçamento cuja validade expire durante a ausência de rede vê a data ajustada ao enviar.
Só se pode forçar uma venda acima do stock que o dispositivo conhece estando sem rede. Com rede, é o servidor que decide.

Se um computador fica com vendas por enviar e já não vai voltar a ligar-se, as vendas não se perdem: recuperam-se por um ficheiro, e o escritório é avisado quando um computador fica parado com vendas por enviar.
Na fila, «Exportar vendas» descarrega um ficheiro totalmente cifrado, que só abre na aplicação, com a chave da empresa. Entrega-se ao escritório.
Em «Importar vendas sem rede» (com permissão própria), cada venda segue pela ordem em que foi feita. Se uma já estava emitida, nada se duplica; se a ligação cair a meio, carrega-se o mesmo ficheiro outra vez e só falta o que falta.
Cada computador comunica o estado da sua fila. Um computador com vendas por enviar que não dá sinal há mais de 24 horas fica destacado, e o sino de notificações avisa quem pode importar.
Cada computador mostra o dia limite («Factura até»): segundo o Decreto Presidencial n.º 71/25 (art. 8.º n.º 1), a factura tem de sair até ao 5.º dia útil depois da operação. O alerta avisa, não bloqueia nada.
Se o servidor não responder em 15 segundos, a venda conta como feita sem rede e guarda-se na fila, com a chave com que foi enviada. Se o pedido original ainda chegar ao servidor, o envio seguinte devolve o mesmo documento: nunca saem dois.
Não. O talão é um comprovativo provisório, sem número definitivo. O documento fiscal nasce quando a venda é enviada, e é a partir daí que tem número e assinatura.
O documento fiscal traz um aviso com a hora a que a venda foi feita: «Venda feita sem rede em…; emitida ao sincronizar». A data de emissão é a do envio, que é quando o número e a assinatura nascem, e é nessa série que o documento fica numerado, sem lacunas.
Não. O fecho fica bloqueado e diz quantas vendas estão por sincronizar, para o fecho não sair desfasado.
Fica assinalada como falhada, com o motivo. Podes ver o comprovativo, tentar de novo, se o problema se resolveu, ou descartá-la, depois de um aviso, quando o servidor nunca a emitiu. O sistema nunca a volta a tentar sozinho.
No balcão e no ecrã de novos documentos do escritório: factura/recibo, factura, pró-forma e orçamento, desde que não dependam de outro documento. Notas de crédito, recibos, guias e a conversão de uma pró-forma em factura precisam de rede.
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