Pagamentos parciais que se perdem
O cliente pagou 2 milhões de uma factura de 3,5. Onde ficou anotado o que falta? No caderno, numa folha de Excel, na memória de alguém.
Escolhes o cliente, o Mucanda mostra as facturas que ele deve. Marcas as que está a pagar, totais ou em parte, indicas como pagou e emites. As facturas ficam actualizadas, a dívida baixa e o recibo sai pronto a imprimir.
O dinheiro entra por transferência, o cliente paga uma parte agora e outra no fim do mês, e o recibo é escrito à mão. Ao fim de três meses ninguém sabe ao certo quanto cada cliente deve.
O cliente pagou 2 milhões de uma factura de 3,5. Onde ficou anotado o que falta? No caderno, numa folha de Excel, na memória de alguém.
Entrou dinheiro no banco, mas qual cliente pagou, que factura e com que número de operação? Conciliar no fim do mês leva dias.
Sem ligação entre recibos e facturas, liga-se ao cliente a cobrar uma factura que ele já pagou. E o cliente não gosta.
No Mucanda, o recibo nasce das facturas em dívida do cliente: cada kwanza recebido fica ligado à factura que paga, e o que falta fica à vista.
À esquerda, quem pagou e o que está a pagar. À direita, quanto e como. Toca nos números para conhecer cada zona.
Gravado no próprio ecrã: a Beta Construções paga a factura de Setembro por inteiro e 2 milhões da de Outubro, por transferência.
Cada factura guarda o que já recebeu e o que falta. No próximo recibo, só aparece o valor em falta.

Quem pagou, quanto, como, e que facturas ficaram liquidadas ou com valor em falta. Toca nos números para ver cada parte.
O painel diz o que falta e o botão de emitir só avança quando está tudo certo.


Ao escolher transferência ou Multicaixa, aparecem os campos do banco. Assim a conciliação bancária faz-se a olhar para o recibo.

No separador Observações fica o combinado com o cliente: "Pagamento parcial da FT LT2026/90. Restante acordado para 30 de Outubro." A nota fica no recibo.
Abres o recibo e vês as facturas que pagou. Abres a factura e vês todos os recibos que a foram pagando. A conta corrente do cliente baixa no mesmo instante.


Arrasta a barra para comparar. O recibo impresso sai sempre em papel branco.

O cobrador recebe a transferência, abre o Mucanda no telemóvel e emite o recibo ali mesmo. As mesmas regras, as mesmas verificações.





O backoffice do Mucanda a funcionar aqui, com uma empresa fictícia. A Kianda deve 3 412 800 Kz de uma factura e vai pagar uma parte. Nada do que fizeres é enviado nem tem valor fiscal.
Procura uma factura pelo número dentro da lista do cliente.
Escrito no recibo, como manda o costume e o bom senso.
O recibo sai em kwanzas, com o total por extenso.
O nº e a data da transferência ou do Multicaixa ficam no recibo.
Retenção na fonte e imposto liquidado de cada factura, no recibo.
A dívida do cliente baixa e o movimento fica no extracto.
"Emitir Recibo" na própria factura abre o recibo já preenchido.
Cada recibo fica na lista "Recibos Emitidos", pronto a reimprimir.
A factura/recibo é para a venda paga no acto. O recibo é para quando o cliente vem pagar uma ou mais facturas emitidas antes, a crédito.
Sim. Cada recibo paga a parte que indicares. A factura guarda o total recebido e o que falta, e mostra todos os recibos que a pagaram.
Sim. Marca as facturas que o cliente está a pagar e indica o valor de cada uma. Sai um só recibo com todas.
O Mucanda não deixa receber mais do que a dívida de uma factura. Antes de emitir, o painel de verificações mostra o que está mal.
Sim. O ecrã adapta-se ao telemóvel e ao tablet sem perder funções.
Ainda não. Está em processo de certificação junto da AGT. Esta página mostra uma demonstração com dados fictícios, e os documentos de demonstração não têm validade fiscal.
Experimenta os recibos nesta página, ou fala connosco para os vermos com os teus clientes e as tuas facturas.